Colaboradores

segunda-feira, 7 de maio de 2018

Em Mamanguape a Caravana Patrimônio Nosso injetou uma boa dose de incentivo à prática da educação patrimonial no município

O último final de semana (04 e 05 de maio) foi um marco para a Cia Boca de Cena que se sentiu acolhida e bem recepcionada pelo povo mamanguapense, com o qual, há tempos, desejávamos atuar. A passagem da Caravana Ariano Suassuna Patrimônio Nosso pela cidade de Mamanguape nos fez perceber o poder revolucionário das iniciativas de educação patrimonial nas pessoas e gestões públicas.
Através do minicurso sobre patrimônios material e imaterial, a turma de educadores, agentes de cultura e gestores municipais percebeu que mudanças de simples hábitos, olhares e atitudes podem se transformar em verdadeiras transformações sociais, artísticas, culturais e econômicas para o município, desde que não abram mão da manutenção do seu patrimônio histórico e optem pela preservação de toda a sua riqueza e memórias para as futuras gerações.
Turma do minicurso
Foi significativo ouvir e aprender sobre parte da rica história do município por intermédio do educador e gestor Aldo Mendonça que nos mostrou, para além do centro histórico, outras riquezas arquitetônicas das quais muitos se interessam em preservar e repassar. Além disto, durante o minicurso ficamos cientes de que a cidade já foi palco da prática de saberes e fazeres marcantes da cultura popular paraibana (como o babau, nau catarineta, coco de roda...).
Alguns exemplos a destacar são a Casa do Imperador (prédio onde Dom Pedro II e comitiva se hospedaram); a Igreja de Nossa Senhora do Rosário - que, em meados de 1800, foi cenário de atuação da Irmandade dos Homens Pretos com intuito de ajudar negros não alforriados; também visitamos antigo engenho, capela de São Bento e casa grande em Itapecerica - monumentos em ruínas que contam muito sobre questões das ligas camponesas e relações de sesmarias nos movimentos políticos da época; além das referências ao escritor local Carlos Dias Fernandes com produções de grande relevância para a literatura brasileira como a autobiografia 'Fretana'.
Área externa da Casa do Imperador
Na noite do espetáculo 'Tem Boi no Algodão', o grande público presente no Centro Cultural Fênix estava atento aos dizeres dos bonecos e diretoria do IPHAEP sobre a necessidade de preservar o patrimônio local, além de conferir de perto a exposição Brincantes de Babau da Paraíba, repleta de cores e informações sobre os mestres de nosso estado.
A semente foi plantada em mais um município e seguiremos viagem para Remígio levando o que há de melhor no teatro de bonecos popular da Paraíba junto com outras ações culturais e educativas que vão aguçar o sentimento preservacionista nas comunidades.
Público animadíssimo durante espetáculo da Cia Boca de Cena
A Caravana é uma realização do IPHAEP com ações desenvolvidas pela Cia Boca de Cena e apoio cultural das prefeituras. Agradecemos carinhosamente a acolhida e apoio de todos os profissionais e gestores da Prefeitura Municipal de Mamanguape pelo sucesso que foi a passagem do projeto por lá. Até breve!
Igreja Matriz
Dinâmica da Mala da Memória com Prefeita e Diretora do IPHAEP
Ruínas da Igreja de São Bento
Ponte do Leitão
Coreto na praça central
Sessão lava pés no Rio Mamanguape


sexta-feira, 27 de abril de 2018

Caravana Patrimônio Nosso segue seu curso rumo a Mamanguape

Após passagem significativa por Bananeiras, onde houve importantes reflexões acerca da preservação do patrimônio local com os participantes do minicurso, a Caravana Ariano Suassuna Patrimônio Nosso prossegue sua circulação saindo da região do brejo e explorando as riquezas da zona próxima ao litoral do estado.
O município a receber ações educativo culturais no mês de maio será Mamanguape, cidade considerada histórica e de grande importância no período colonial do Brasil, mas com acervo arquitetônico carente de maior preservação.

Para estimular esse cuidado, na sexta-feira (04/05) o minicurso Patrimônio Nosso ofertará momentos de reflexão e indicativos de ações para que os cidadãos locais possam colaborar com o trabalho de conservação do seu patrimônio junto ao IPHAEP. Educadores, gestores, produtores culturais, arquitetos, profissionais do turismo, artes e articuladores terão a oportunidade de conhecer sobre patrimônio material e imaterial, como também as formas de preservá-los para as futuras gerações.

Aos interessados, é necessário inscrever-se previamente na Secretaria de Educação e Cultura de Mamanguape, de forma gratuita, e se preparar para as atividades nos turnos da manhã e tarde no Centro Cultural Fênix, que terá carga horária de 6 horas/aula, com direito a certificado de participação e concorrendo ao sorteio de um kit patrimonial com publicações que ajudarão no aporte didático ou ações em prol da preservação do patrimônio de sua cidade.

O encerramento das ações ocorrerá no sábado (05/05), em praça pública, com apresentação do espetáculo 'Tem Boi no Algodão' pela Cia Boca de Cena, no largo da Igreja Nossa Senhora do Rosário, às 19:30 horas, para o público em geral.
Lembramos que, em caso de chuva ou tempo instável, esperaremos a todos no Centro Cultural Fênix, no mesmo dia e horário.
Este projeto é uma realização do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico do Estado da Paraíba, com ações culturais desenvolvidas pela Cia Boca de Cena e, nesta cidade, conta com o apoio cultural da Prefeitura Municipal de Mamanguape.
Simbora meu povo preservar um patrimônio que é nosso!

terça-feira, 17 de abril de 2018

Caravana chega a Bananeiras para promover formação da consciência de preservação do seu patrimônio

Após belo início de circulação em Alagoa Grande semana passada, a Caravana Ariano Suassuna Patrimônio Nosso aportará na cidade de Bananeiras, ampliando as ações de sensibilização para a preservação do patrimônio histórico pela região do brejo paraibano.
O trabalho de educação patrimonial iniciará as atividades na sexta-feira (20/04) quando a equipe da Cia Boca de Cena promoverá o minicurso sobre patrimônios material e imaterial do Brasil.
Programe-se para as ações culturais em Bananeiras
Esta formação é direcionada a educadores de todas as redes e níveis de ensino, artistas, agentes culturais, gestores públicos e demais interessados que busquem atuar e promover a conscientização para a conservação e preservação de nosso patrimônio histórico, artístico e cultural.
As inscrições para o curso têm de ser feitas previamente na Secretaria de Cultura de Bananeiras. A carga horária é de 6 horas/aula e terá início das 8:30h às 11:30h com continuação das 13:30h às 16:30h (manhã e tarde). As atividades educativas ocorrerão no Espaço Cultural Oscar de Castro - ECO.
Cia Boca de Cena com familiares do saudoso Mestre Maestro da região
Para reforçar o recado, no sábado (21/04), a Cia Boca de Cena apresentará o espetáculo 'Tem Boi no Algodão' de forma gratuita e em praça pública para toda a população. A trama foi adaptada ao contexto patrimonial para alcançar a todas as faixas etárias sobre a importância da preservação do patrimônio tombado no município.
O espetáculo está programado para acontecer às 19:30h na Praça Epitácio Pessoa (central); mas, em caso de chuva, ocorrerá no Espaço Cultural Oscar de Castro neste mesmo horário. Junto com a apresentação, o público terá acesso à exposição 'Brincantes de Babau da Paraíba' que estará disponível no decorrer de toda a ação.
Cena do espetáculo que pretende lotar a praça pública
Este projeto é uma realização do IPHAEP - Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico do Estado da Paraíba, com ações culturais desenvolvidas pela Cia Boca de Cena e apoio cultural da Prefeitura Municipal de Bananeiras.



segunda-feira, 16 de abril de 2018

Alagoa Grande despertou para a conservação de sua riqueza histórica durante a passagem da Caravana Patrimônio Nosso


Na última sexta-feira (13/04) recebemos um ótimo prenúncio de revolução na educação patrimonial do Estado da Paraíba: o bom início de circulação da Caravana Patrimônio Nosso na cidade de Alagoa Grande. E, ao contrário do que reza a lenda popular, os muitos gatos pretos que encontramos pelo caminho nos abriram as portas da boa sorte por lá.
Participantes do minicurso, junto à Cia Boca de Cena e Cassandra Figueiredo
O dia foi dedicado à capacitação de educadores através do minicurso sobre patrimônio material e imaterial do Brasil. Os participantes das mais diversas áreas do conhecimento como meio ambiente, história, geografia, pedagogia e artes, participaram ativamente da troca de saberes como também se mostraram empenhados em inserir a temática patrimonial de vez em seus programas pedagógicos para o alunado do município.
Foi muito bom saber que alguns deles já aplicavam em sala de aula os elementos de patrimônio material que a cidade detém através de aulas de campo, jogos e trabalhos artísticos.
Professora ganhadora do kit patrimonial
Esperamos que a partir desta iniciativa, estes profissionais sejam catalisadores e impulsionem a formação da conscientização das crianças, jovens e adultos da região sobre a preservação e defesa de toda a riqueza de seus patrimônios materiais tombados e reconhecidos (a exemplo do Teatro Santa Ignêz, Centro Histórico e ruínas da antiga Estação Ferroviária).
No sábado (14/04) saímos para visita de campo e pesquisa sobre as riquezas da cidade quando exploramos a herança colonial no cemitério municipal, a bravura e militância da memorável Margarida Maria Alves, as ruínas da antiga estação ferroviária, o Memorial Jackson do Pandeiro, o pequeno notável Teatro Paó, além das belezas do casario e 'calçamento pé de moleque' componentes do centro histórico da cidade.
Em frente à casa de Margarida Maria Alves
À tardinha iniciamos o trabalho de montagem da exposição ‘Brincantes de Babau da Paraíba’ e estrutura para o espetáculo ‘Tem Boi no Algodão’ da Cia Boca de Cena – adaptado para a formação de uma consciência de conservação e preservação do patrimônio.
O público chegou e apreciou o trabalho junto com a diretora executiva do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico do Estado da Paraíba – Cassandra Figueiredo Dias, a Historiadora do IPHAEP - Márcia Albuquerque Alves, que juntamente a educadores participantes do minicurso, gestores municipais e demais moradores puderam dialogar sobre a importância da preservação da memória da cidade através da conservação de seu patrimônio histórico, artístico e cultural.
Público assistindo ao espetáculo e apreciando exposição
Agradecemos ao apoio cultural da Prefeitura Municipal de Alagoa Grande, o Secretário de Cultura e sua equipe, moradores e educadores pela receptividade, além dos profissionais e amigos que conhecemos nos espaços visitados e onde desenvolvemos os trabalhos como museus, CRAS, pousada e restaurante.
Este projeto é uma realização do IPHAEP através da Secretaria de Estado da Cultura do Governo da Paraíba, com ações culturais desenvolvidas pela Cia Boca de Cena. E a caravana prossegue para a cidade de Bananeiras no próximo final de semana, aguardem!
Sugestões didáticas sobre patrimônio durante minicurso
Memorial Jackson do Pandeiro - o rei do ritmo
Equipe Boca de Cena, Superintendente e Técnica do IPHAEP
A boneca Rosinha abalando o centro histórico da cidade
Público ótimo da cidade: obrigado Alagoa Grande

segunda-feira, 9 de abril de 2018

Conjunto de ações culturais e educativas percorrerá 13 municípios para tratar da importância dos patrimônios materiais e imateriais do estado

Logomarca do projeto: Caravana Patrimônio Nosso

Um trabalho pioneiro de educação patrimonial iniciará sua circulação pela Paraíba ainda neste mês de abril e contará com ações de capacitação e sensibilização sobre a preservação dos patrimônios culturais materiais e imateriais existentes no estado.
Ao todo, treze cidades que possuem Centros ou Sítios Históricos tombados pelo IPHAEP (Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico do Estado da Paraíba) serão contempladas com a passagem da ‘Caravana Patrimônio Nosso’ e a primeira delas será Alagoa Grande.
Durante a circulação do projeto, que terá duração de dois dias em cada localidade, será ofertado ao público um minicurso patrimonial, exposição e espetáculo da Cia Boca de Cena em praça pública.
As coquistas e Benedito no pandeiro durante espetáculo
O minicurso ocorrerá nas sextas-feiras pela manhã e à tarde, com carga horária de seis horas/aula, já a exposição e apresentação com teatro de bonecos ocorrerá nas noites dos sábados.
Para garantir a participação no minicurso patrimonial é necessário inscrever-se previamente, pois o número de vagas é limitado a, no máximo, 30 integrantes. Esta ação é direcionada a professores das redes pública e privada (municipal ou estadual), produtores culturais, gestores públicos, artistas e outros interessados.
Em Alagoa Grande, as inscrições podem ser feitas na Secretaria de Educação Municipal – SEDUC através da pessoa de Eudes Vidal e o minicurso será realizado no Auditório do CRAS no dia 13/04 (sexta-feira), das 8:30h às 11:30h e 14:00h às 17:00h.
Benedito e seu boi azul no algodão
O local da apresentação com teatro de bonecos popular será em frente ao Teatro Santa Inês, às 19:30h, no sábado (14/04), onde a  Cia Boca de Cena trará o espetáculo ‘Tem Boi no Algodão’ de forma gratuita e aberta ao público em geral, onde também estará disponível a exposição em banners ‘Mestres e Brincantes de Babau da Paraíba’ que mostra a riqueza cultural dos bonequeiros do estado através de suas histórias, bonecos e brincadeiras.
O projeto é uma realização do IPHAEP com ações culturais executadas pela Cia Boca de Cena e, nestes dias, conta com apoio da Prefeitura Municipal de Alagoa Grande.

Flyer de divulgação das ações em Alagoa Grande

quinta-feira, 29 de março de 2018

Vai ter Coelho Banzé no Mag Shopping

Olá galera!!
Domingo de Páscoa nós da Cia Boca de Cena estaremos com o Coelho Banzé, apresentando o espetáculo "Colcha de Retalhos", lá no Mag Shopping.
Horário: 16:00h
Local: Hall dos Cinemas
Entrada gratuita!!!!



quinta-feira, 8 de março de 2018

Pesquisa em Teatro de Bonecos

Dando continuidade às nossas pesquisas sobre o teatro de bonecos na educação, iniciamos mais um processo de investigação.
Dessa vez, queremos identificar as dificuldades encontradas pelos professores em utilizar o teatro de bonecos em suas atividades pedagógicas.
Durante nossa jornada do Projeto Escola muitas vezes fomos solicitados para ministrar oficinas ou realizar capacitações em ambientes educacionais, sejam eles, escolas, ONGs, projetos sociais e/ou bibliotecas. E, quase sempre, ouvimos os mesmos relatos sobre falta de material, cursos de capacitação ou que o tempo na escola não é fácil, etc.

Então, decidimos investigar a fundo a questão para que assim nossas ações sejam aprimoradas e possam ajudar ainda mais os professores e educadores a explorarem melhor o excelente recurso que é o teatro de bonecos.
Através de um questionário simples e objetivo, qualquer educador ou pessoa interessada em trabalhar com a linguagem pode nos mostrar suas dificuldades e sugestões.

Contamos com sua participação!

Baixe o questionário, responde e nos envie de volta por e-mail: bonecosbocadecena@gmail.com

Será de grande colaboração para o nosso trabalho.

Pesquisa em teatro de bonecos


segunda-feira, 20 de novembro de 2017

21 anos de insistência, resistência e perseverança em viver de teatro de bonecos

A Cia Boca de  Cena completou no dia 16 de outubro de 2017, vinte e um anos de existência. Uma vinda inteira dedicada ao teatro de bonecos, pesquisando, conhecendo, montando, apresentando e projetando sonhos.
Caminhos cheios de pedrinhas, rios e estradas que, em momentos distintos, vivenciamos como se estivéssemos atravessando um grande 'canyon'.

 


Dizer que a luta continua pode soar como um dos clichês mais baratos e ditos nos tempos de hoje, mas se manter de teatro de bonecos na atual conjuntura do país é realmente travar uma luta ou guerra contra o sistema.
Quando ouvimos as pessoas falarem de nosso trabalho sempre refletimos internamente sobre o quanto é gratificante promover alegria e disseminar conhecimentos.
No entanto, algumas dessas pessoas não imaginam o trabalho intenso e singular que é feito por toda equipe para a realização de qualquer um de nossos projetos.




É muito louco viver e mais louco ainda viver assim, fazendo teatro, pois além de todos os dramas econômicos que uma Cia possa ter ainda continuamos ouvindo: Como assim? Vocês só fazem teatro?
Quem de vocês trabalha, além de fazer teatro?
E, sorridentemente, respondemos: SIM, nós só fazemos teatro e ninguém aqui trabalha! Mas, aceitamos currículo, pode nos enviar o seu.
Antes era irritante esse tipo de comentário, hoje já encaramos de forma leve e rimos muito a cada 'gafe' cometida pela ignorância alheia.


O bom de tudo é o crescimento humano que passamos convivendo com pessoas tão diferentes, inclusive as crianças - os grandes intelectuais das letras e das artes, além dos memoráveis mestres da cultura popular.
Entre tantos desafios, decidimos então, continuar mesmo que para isto, haja mudanças e adaptações em nossas ações.

A Cia Boca de Cena se sente muito honrada
Em poder apresentar 
Os loucos dessa jornada
Que brincam aqui e acolá





terça-feira, 17 de outubro de 2017

Luís do Babau o Mestre da Lã de Açúcar

Luís Marinho ou Luís do Babau como era mais conhecido ( na cidade de Guarabira) era um homem muito simples e aprendeu o ofício de bonequeiro ainda criança com seu Tio Belino. 

Várias gerações conheceram o grande mestre e uma criança em especial seguiu a risca os ensinamentos passados, o diretor da Cia Boca de Cena, Artur Leonardo.
Segundo Artur, quando criança ele ficava encantado ao ver seu Luís com seu carrinho de fazer algodão doce (lã de açúcar), pois ele, além de fazer a lã de açúcar na hora ainda trazia consigo um boneco animado, que era manipulado com os pés, "o mestre ao esticar os cordões que eram presos as suas pernas conseguia a proeza de fazer o boneco dançar e pular".
Quando adolescente Artur em combinação com outro bonequeiro, Mestre Clóvis, decidiram ajudar seu Luís em uma brincadeira (apresentação). Mas ao chegar no local, Clóvis foi embora e deixou Artur como ajudante dentro da empanda do mestre. Em um dado momento, seu Luís pediu ao ajudante que colocasse um boneco em cena para que ele pudesse fazer a troca de personagens nas mãos. 



Artur que nunca tinha manipulado um boneco seguiu a ordem do velho bonequeiro e partir desse dia em diante nunca mais deixou de fazer teatro de bonecos.
Hoje dia 17 de outubro de 2017, seu Luís partiu e foi brincar babau no céu junto aos seus companheiros de jornada, Inaldo, Maestro e tantos outros.
Para a Cia Boca de Cena o mestre deixou muitos ensinamentos, entre eles, o da simplicidade. Aprendemos que para fazer ri um ser humano não é necessário muita coisa, basta ser generoso e criativo.
Saudamos o Mestre Luís!
Viva, viva, viva!!!




sábado, 7 de outubro de 2017

Cia Boca de Cena no Dia das Crianças

No dia 12/10 vai ter apresentação gratuita da Cia Boca de Cena!
Onde? No Espaço Cultural - Mezanino 2
Que horas? As 15:00h.
Imperdível galera!!!